O convidara prum almoço. Não era seu amigo, assim dizendo. Era mais um companheiro, um colega de trabalho e precisava de alguém pra’quela aventura. Comentara algo sobre um dia desses, num momento qualquer. Jogo rápido, só ir que era certo. Vamos? Vamos. Foram. Calmamente, saíram do prédio e tomaram a rua. Transeuntes, cada um por si, fones de ouvidos e telas de celulares. Já sabia onde, qual, como, que horas, quanto. O coração palpitava forte, artérias e ventrículos eram qual uma montanha-russa. Imaginava como aquilo tudo seria diferente. Emoção nova, coisa nova, carne nova. Os amigos sempre comentavam, um deles só fazia assim. Olhou para o outro e viu que sabia o que estava fazendo. Passava a língua no lábio, salivando, água na boca de um faminto lobo mau. Há quanto tempo tu vai nesse? Ah cara, tem um tempinho já. Quando rola uma folguinha, sempre que dá, eu dou um pulo. Eu gosto dali, tem sempre umas gatas. E não é caro? Ta no nível, em conta. E tem mais, lavo tá novo, jogador, só bate o pino, disse sorrindo com os dentes tortos. Andavam e recusavam os panfletos oferecidos. “Caço morcegos e pombos”, “botox facial”, “botox em 5 vezes”, “depilação rapidex”, “sabor do desejo, pague uma, saboreie duas”, “celular última geração”, “dinheiro fácil”, “dinheiro? Eu tenho a solução”. Caralhada de papel essa porra toda. Pra mim devia ter uma lei obrigando essa porra de papel ser de papel reciclado. Na real, nem devia ter, essa merda. E quem fosse pego com essa porra devia doar 100 papel higiênico prum asilo, pruma creche, essas porra. Eu acho que nem devia existir isso, mas deve te uns politico filho da puta a favor disso, dono de gráfica, como sempre. Só pode. É. Devia ser de papel higiênico isso sim, eu levo pra casa e nem preciso compra um pacotão. Esse papelzinho deve dá pro gasto legal, pequenininho. Passou na rua, pegou, passou no rabo, limpou! E seguiram, rindo.

Na porta do edifício, uma fachada grande em mármore e letras douradas, o nome de alguém. Quem? Passaram pela porteira, que conferia as cartas e nem se deu o trabalho de levantar os olhos para ver quem eram. E isso que tinha muita gente ali. Ela já devia saber, só pelo andar, pelo respirar, o movimento, quem ia em qual andar, quem procurava o que ali, se acharia a coisa certa. Provavelmente, mais de 20 anos na função, atrás do mesmo balcão, acostumada com aquele passa-passa de todos os dias. Mulheres olhavam vitrines, com crianças e sacolas pela mão. Tomavam café, compravam cigarros, chiclete, comiam salsicha frita com suco de laranja na pequena lanchonete ou esperavam uma boa oferta pelo ouro, prata e joias da tia recém-falecida e que pagariam as dívidas deixadas pela defunta. Pegaram o elevador. 705, 707, 708. Aqui. A porta abriu; uma salinha. Uma moça veio e pediu para aguardarem. Sente-se, por favor. Gatinha, gatinha. É. Suco, água? Algum drink, whisky? Não, obrigado. Eu aceito uma dosezinha. Ok. Elas já vão vir, rapazes. Sem pressa. A morena colocava o gelo no copo enquanto ele filmava o lugar. Suas paredes brancas, o sofá amarelo, umas revistas velhas. A Última Ceia esculpida em granito em cima do balcão. Tapete com os fios soltos e uma mancha que lembrava algo que ele não se lembrava bem. Sintam-se à vontade, disse ela entregando a bebida, sorrindo. Obrigado, meu bem. Obrigado. Um relógio de uma loja popular no alto da porta e um rádio tocando baixinho.

“Há uma nuvem de lágrimas sobre meus olhos…” Podem fazer o que quiserem, mas com respeito pelas meninas, por favor. Tinha uma voz rouca, pigarreada. Marcas de anos no processo. “Dizendo prá mim que você foi embora…” Claramente sabia o que fazia, sabia com o que lidava. Cuidava como nenhuma outra de suas preciosidades, suas mercadorias. Vacas leiteiras numa fazenda onde era ela que tocava a boiada, dia após dia, foda após foda. “E que não demora meu pranto rolar…” Passara pela mesma via-sacra. As meninas já vão chegar, já vão chegar. Baby, veja quem ainda está no quarto Vocês preferem esperar pra ver todas juntas? Assentaram com cabeça. “Eu tenho feito de tudo pra me convencer…” Assim a gente pega a coisa quente, disse um, sorrindo. O dia se arrastava lento naquela salinha abafada, com umas 10 pessoas. “e provar que a vida é melhor sem você…” Umas esperando e outras fodendo. Dois rapazes vieram, pagaram e saíram e ela voltou a falar. Pronto, pronto, disse ela batendo palmas e circulando pela sala, como uma cachorrinha feliz. Vem cá, princesa, vem cá, disse pegando a menina tímida pelo braço e colocando as que chegavam em uma fileira. “Mas meu coração não se deixa enganar…” Uma a uma foram entrando, expostas. Michele, Vanessa. 3, 4, 5. Tábata, Karina, Lucy, Sabrina. Tem mais uma. Cade? Ah, tá voltando ali. “Vivo inventando paixões pra fugir da saudade…” Safada, queria escapar é? Não acabo não. Tem muita pica pra surra essa buceta velha ai. Vem cá, vem. “Mas depois da cama a realidade…” Veio rindo. Aquela risada. Foi na risada que sua atenção foi pescada. Um anzol arpando seu foco, seu consciente. Puxando, rasgando sua atenção, seu senso. Estraçalhando. Não acreditava, não cabia em si. Aquela risada. “É só sua ausência doendo demais…” Não sabia se gritava, berrava ou fechava, lacrava a boca, incrédulo, desacreditado. Não. Vocês podem escolher: 2 a 1, 2 a 2, 3 a 2, 1 a 1. “Dá um vazio no peito, uma coisa ruim…” Rola de tudo, só o que não rola é falta de buceta pra rola, disse a puta velha rindo, escancarando a bocarra amarela. Ria e ria, a sacana. O que vai ser hoje? Vou com ela, disse seco, fintando os olhos tórpidos. “O meu corpo querendo o seu corpo em mim…” Ta apressado, hein caraio! Se é assim, eu vou com as duas ali. Karina e Sabrina, vem com o pai, nega, disse dando um tapa na bunda da menor. “Vou sobrevivendo num mundo sem paz…” Cuida bem dela ai que depois a gente se fala, gente boa. Foram os 3 pro quarto enquanto ele olhava pra ela. Naquele quadrado quente, o único que ali não suava era ele, frio como o coração leviano. E ela, moribunda, como se aquilo fosse a coisa mais normal, simples. “Ah… jeito triste de ter você, longe dos olhos e dentro do meu coração…” Para ela, era como um outro qualquer. Nunca havia sido olhado daquela maneira. Um vazio, o vasto negro que davam ainda mais profundidade aos seus olhos escuros. Ali, era mais um. Apesar de ser o um, o primeiro. “Me ensina a te esquecer, ou venha logo e me tira desta solidão” O pegou pela mão como alguém cansada de mostrar sempre o mesmo caminho.“Ah… ah… ah… ou venha logo e me tire desta solidão.” Vem.

Ela foi a seus pés. Abria o zíper quando a levantou. Mirou e vociferou. Puta. Apenas um tapa, sem piedade, amargura. Ela virou a cara, não se mexeu. Voltou a olhá-la e lhe avançou. Não sabiam do mundo e nem queriam saber. Foderam. Na cama, no chão, apoiados na parede, em qualquer lugar. Foderam. Nunca daquele jeito, nunca desse jeito. Nunca o sentira daquela maneira. A penetrava ferozmente, em posições que não havia nos livros, como seus papais e mamães nunca imaginaram. Lhe fodia como não fazia há tempos. Gozavam e voltavam, pingando, salivando, úmidos, espumando pelos poros. Faziam o que nunca imaginaram e o que imaginaram e guardaram numa gaveta secreta, no interior da puta que pariu da intimidade. Metia rápido enquanto ela rebolava em seu pau. Cavalgava por uma estrada colorida enquanto aos relinches lhe admirava: Vadia! Vadia! Vem cá! Vem aqui! Se esbaldavam, gemiam, urravam. Lambia seu corpo como um picolé em pleno Sertão, bebia de seu sêmen para matar sua sede de amor. Beijava seu pescoço, o colo, roçava em sua barba e tateava os lábios naquele corpo que tinha todos os dias, todavia não possuía havia mais de anos. Apertava seus seios, sua bunda, suas coxas, puxava e levantava suas pernas, queria mais perto, mais perto, dentro, pro fundo. Lhe pôs de bruços e penetrou por dentre os vales e fendas que havia por todo aquele vasto continente a explorar. Fodiam com as pernas e mãos entrelaçadas como a geometria de uma estrela; admirou o mais belo buraco negro do universo. Chupou aquela que os clientes negavam, que ele próprio nunca havia experimentado o néctar, em um 69 de puro frenesi, sui-generes à flor da pele. Cuspia e metia os dedos, massageando e mamando seu clitóris, fazendo o corpo padecer num abalo sísmico. Na outra face da moeda, ela o felava e masturbava como nunca, com sua mão subindo e descendo o falo rápida e cada vez mais rápida, como o corre-corre no calçadão que se fazia abaixo de seus corpos e sua cama. Nunca sentiram coisa igual, nem brincando, sem vergonhas, num banho a dois depois de um bom dia apaixonado, muito menos num estacionamento qualquer e escuro, bêbados, depois de uma festa daquelas. Não sabiam se aqueles sorrisos era de uma felicidade boba, tola, ou de um sarcasmo estúpido para ver quem aguentava mais, que ia mais longe, mais fundo. Era pau na buceta, buceta no pau e era assim que queriam, que gostavam e gostariam de ter feito fazia tempo; botaram pra fuder.

Sabia que se não fosse isso, não teríamos o que temos hoje, disse ela, de costas para cama, nua, fungando uma carreira. Ele não disse nada. Não era o primeiro o dia, era o quarto. Meia hora, 100. Uma hora, 150. Anal, oral. Tinha preferência pelo 2 a 1. Se fosse com a Lu, melhor ainda. As duas se conheciam bem, os corpos fluíam, deslizavam e guiavam-se com facilidade. Os clientes duravam de 15 a 20 minutos, alguns iam um pouco mais. Outros, gozavam em 3 minutos ou até menos. Roçavam o pau na coxa e se melecavam todo. Estúpidos de merda. Ficavam contando sobre a família, o trabalho, qualquer merda. E ela ali olhando pro teto, pros dedos do pé pintados de vermelho. Um pé com joanetes, o outro sem. As vezes enrolava, enfirulava o cliente pra dar mais tempo, mais dinheiro. Sem camisinha, era 25 a mais pro cache. E se pedissem outra coisa, ela dava o preço. Já conciliar a vida de cada com o trabalho não era nada fácil. Fazer passar-se despercebida exigia muito cuidado e atenção. Não podiam desconfiar de sua vida dupla, que dia sim, dia não, tinha que ser muito bem camuflada. Enganava-o bem, assim como os clientes, com uma cara de quem gosta, de quem goza gostoso. Inventava alguns atrasos esporádicos, atendia em outra casa também. Ninguém percebia, ninguém percebeu. Despercebida mesmo pra quem morava 7 anos debaixo do mesmo teto. Ela voltou pra cama, ele botou o sapato e a camisa polo. Saiu do quarto e encontrou o colega. Tao jogador! Como que foi?! Como numa lembrança da noite anterior em meio a uma ressaca, ele só murmurava. Gostei, gostei. Ah! Mas é claro que tu ia gosta! Ela eu ainda não comi, mas quem me falou dela foi o Jorginho, do quinto andar. Meu irmão, que mulher! É, que mulher. Como vão pagar meninos? Credito ou débito? Credito. Credito. Essa é aquela moderninha? Vixe, tenho uma tara por aquela mina da propaganda. Queira enfia até as bola na boca dela. Te dizer, se falaram tão bem dela, dá próxima vez vai com ela. Vô sim, podexá! Disse com um sorriso que o fez imaginar mil coisas, mil merdas. Pronto! Querem suas vias? Não. Não. Obrigada e volte sempre. Obrigado. Valeu. Ao saírem, de cara pra porta do elevador, ele tentava entender tudo. Tá ai, rapaz! Falei que ia ser de boa, não falei?! Na correria, voltaram pro escritório. 15 minutos de atraso que renderam algumas caras feias e outros porras, demoraram hein! Voltaram para suas telas 23”, um de costas pro outro. Tomou um gole d´água e respirou. Botou as mãos no rosto, na nuca, atrás da cabeça, estralou os dedos e tentou relaxar. Ficou impressionado como pudera agir daquela forma. Como puderam agir. De onde veio aquela sede, aquela vontade? Foi ao banheiro e se masturbou. Só pensava nela, naquilo, neles. Pediu licença para fumar um cigarro. Não voltou.

Ligou a TV, esquentou o arroz. Feijão, bife, batata frita, pepino e outras coisas. Flamengo e Velez Sarsfield! Um clássico do futebol sul-americano, valendo vaga na final da Libertadores da América! Hoje, após Cão e gato. O porco passou andando por seus pés. Ela chegou. Acariciou, brincou com o bichinho que veio recebê-la. Sentado na cozinha, permaneceu quieto. Não se olharam e ele deu uma garfada nas batatas. Ela passou, lavou as mãos e lhe beijou a cabeça. Um gole de café frio. Há quanto tempo? Nunca desconfiara, não passara por sua cabeça. O porco fuçando e os rodeando. Você ganha muito? Dá um retorno legal. E pra quê você faz isso? Ela bufou e deu uma risadinha. Por muitas coisas. Por desejo. Necessidade. Necessidade da casa própria? A gente parcela pra você em até 70 vezes! Ajudamos você, pensionista que recebe no cartão ou aposentado de qualquer tipo! Faça-nos uma visita e comprove! Os juros mais baratos do Brasil, igual ninguém nunca viu! Necessidade do quê? Comida? Viagem? Ela ficou lhe olhando, que cobria a boca com as mãos juntas, apoiadas na mesa. Anda porra! Fala! E golpeou a mesa. Anda, vai, fala! Ela continuou do mesmo jeito. Necessidade do quê? Que te falta? Quer mais pica, te dou mais pica, não precisa dá pra 10 caras no mesmo dia! Quer mais dinheiro, pronto, eu vendo o carro, vendo as coisas, peço um aumento, vendo tudo! Quer mais o que, anda caralho, fala! Que te falta?! E arremessou a panela de arroz no chão. A gente sempre corre riscos, sempre precisa de mais coisas, mais e mais. Governo Federal, ajudando o brasileiro a crescer. Olha pra mim, disse. Olha pra mim, você acha que eu tenho a pele sempre assim, sem cravos e espinhas? Não é fácil, mas com a ajuda de Lifeskin eu consigo. Olha pra mim? Olha pra mim? Disse, indo pra cima dele. Eu olho pra você e te digo, seu merda! Seu merda do caralho! Olha a nossa condição! Teu trabalho é uma merda que mal dá pra paga um café na padaria. E se acontece alguma coisa? E dai? Dai fudeu! Quem que vai garantir nossas coisas? Hein! Me fala! Quem? Você? Você? Você já é burro e estúpido o bastante pra tá comigo a 7 anos e nem desconfia que eu dou a buceta todo dia, toda tarde, quem diria pra arranja outro emprego decente! Tu é um merda e tava demorando pra alguém te fala isso! E tu é uma puta! Uma puta! Disse na cara dela, virando as costas.

Calmamente, ela foi até a geladeira, pegou a maionese, salada e fez um pão. Abriu a bolsa e tirou 3000 reais. Tá aqui, guarda essa merda pra tu me compra alguma coisa decente, já que a última vez que tu me presenteou nem eu lembro. Veio a vinheta do telejornal. De hoje em diante. Ela estava de costas e não lhe deu atenção. Ele a mandou virar. E agora a previsão do tempo: Paulinha, me diz, como vai ser o tempo amanha? Olha, Cláudio, se as coisas já estão quentes, vão esquentar mais ainda em todo o Brasil! Em Palmas, no Tocantins, as máximas podem chegar a 42°C. De Florianópolis até a divisa com o Rio Grande do Sul, além de todas as outras áreas em vermelho e laranja no mapa, a temperatura também vai subir muito, podendo alcançar 39, 40°C em algumas regiões. De hoje em diante, ponderou, de hoje em diante quero ser… Não. Eu vou ser teu dono, teu agente, seja lá a porra de nome que dão. Não é assim, disse ela. Não é assim, não pode ser assim. Vai ser e será. Se é pra você trabalhar nisso, ganhar dinheiro nisso, bota comida pra dentro de casa nisso, quero saber pra quem você vai dar. Quero saber quem vai comer você, que pau você vai bota na boca, quem vai gozar em você. Olhar a cara do safado, do filho da puta, e ver o quanto ele vai pagar pra você. O quanto vai ser pra te comer. Não vai ser qualquer um que vai trepa uma hora com minha mulher, pagar uma mixaria e sair rindo. Você merece mais do que ganha naquele muquifo. Na TV, a apresentadora sorria enquanto comentava alguma trivialidade fútil. Por mais que não pareça, eu te amo e quero cuidar de ti. Chorando, ela não acreditava naquilo. Lhe deu um tapa, forte, ardido. Desgraçado! Desgraçado! Desgraçado! Lhe afastou e estapeou a companheira. Vagabunda! Deitado, após comer o arroz derrubado, o porquinho, assustado, abriu os olhos. Ela se recuperou e, com uma lágrima rolando pela marca vermelha da mão, gritou e lhe cravou um garfo na mão. Filho da puta! Chocado, não acreditou naquilo. Ficou parado, olhando pra ela. Parado. E antes de acabar esta edição do Jornal News ainda temos uma última informação que nos acaba de chegar na redação. Com o garfo ainda na mão, derrubou pratos, batatas, controle, toalha, saleiro, a mulher em cima da mesa. Lhe rasgou a roupa, o sutiã, a calcinha. Tirou o cinto, as calças, tirou tudo. Mordeu os lábios e o puxou para cima com a mesma intensidade, lhe beijando a boca. Lhe beijando a boca, beijo na boca, beijo. Me beija! O primeiro beijo do dia, o mais gostoso, esperado, desejado. O ofício não lhe deixava, apesar de tudo, desfrutar aquele ato de amor, tão simples, apaixonado. Ele e ela. Foderam com a mesma vontade da primeira vez, mais uma vez. Mais uma vez. Ela e ele. Acabados. Saciados.

E essas foram as notícias de hoje. Após Cão e Gata, você acompanha a semi final da Copa Libertadores entre Flamengo e Velez Sarsfield. Uma boa noite. Boa noite e até amanha.

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